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terça-feira, 15 de abril de 2008

Wrapped in Plastic * | LandArt|

Trabalho sobre LandArt para a cadeira de Teoria da Arquitectura
|Pedro Pinella, Tania Martins, Bruno Almeida, Joana Bico|

Parte I



Parte II

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

O Nó e a Grinalda

O nó é o elemento que une os dois elementos, a grinalda é o elemento mais arcaico que se conhece que representa a união. Através do no e da grinalda se construiu o conceito mais arcaico de cabana/abrigo, a partir destes elementos criou-se o conceito de lar – fogo – cabana primitiva, esta cabana foi o primeiro arquétipo e protótipo de “casa”, arquétipo pois esta conseguiu resolver as necessidades do homem.

Na cabana estão representados os dois elementos, o nó (na união de dois elementos) e a grinalda no tecido que cobre os elementos unidos pelo nó.

Tudo isto leva ao conceito de casa

Montar - – Estrutura

Modelar - Espaço (fogo) - Função

Tecer - Grinalda - criar uma cobertura, paredes

A ideia de casa é mental, o importante é que o arquitecto perceba o conceito de casa.

Um fogo é tanto casa com os habitantes que nela habitam. O conceito de casa é uma ideia individual e privada. Cada arquitecto interpreta-a de uma forma própria.


Tipologia como ferramenta


Forma:

Planta – é o elemento essencial para conseguirmos caracterizar ou justificar uma determinada tipologia. A planta é uma ferramenta que distingue as funções e as formas.

(Esquiços)

Estrutura:

Secção – é o elemento que determina o tipo de construção do edifício. Dualidade entre varias arquitecturas que envolvem e vão criando novas tipologias

Carácter

Fachada – elementos decorativos que são representados nas fachadas dos edifícios

A tipologia também pode estar presente noutros aspectos, pode ser representada também sob a forma de elementos, como é o caso do arco do triunfo

Fundamentos da forma arquitectónica

Tipologia como referência


Tipo; do grego Tipos, cunho, molde

Desde o passado que toda a arquitectura assistiu a uma a”arquitectura tipo”, na idade média as catedrais, no Renascimento os palácios italianos, no séc. XIX os hospitais e no séc. XX habitações (como elemento típico da arquitectura) e edifícios públicos.

A tipologia pode ser entendida de uma forma funcional e de uma forma cronológica.

A noção de tipo implica o reconhecimento dos traços comuns que permitem reconhecer obras arquitectónicas que partilham a mesma estrutura formal. Duas das interpretações clássicas de tipologia são a concepção platónica e a concepção platónica. A concepção platónica a tipologia fica na forma e não na ideia, não tem forma concreta. Com a concepção aristotélica é preciso analisar a realidade para classificar as diferentes tipologias arquitectónicas, cria uma nova realidade depois de ser construída uma realidade

Um Mundo sem Forma

A forma começa a perder o sentido arquitectónico, interessa o tempo, o processo, fragmentação. As qualidades arquitectónicas agora estão na textura e não na forma. A união entre arquitecturas orgânicas dá lugar ao informe. O informe pode subdividir-se em três categorias:

- Fracturas; Volumes rotos, Mancha (união do mundo fragmentado e do informe, distorções, elementos independentes, relação arquitectura/paisagem)

- Distorção; paisagens artificiais

- Encurvados; organicismos descompostos( geometria pura sem ideia de chão, parede, tecto)



Fundamentos da forma arquitectónica “ Da Fragmentação ao Uniforme”

Actualmente temos vindo a assistir a uma grande mudança na arquitectura, já não assistimos a edifícios com o chamado de “forma tipo”, a fluidez é um elemento da “nova” arquitectura, não existe limites, a ausência de limites, estes já não são importantes, assistimos a uma grande mutação nas formas arquitectónicas e deixou de ser importante o conceito do edifício para dar lugar a forma, e a valorização visual e a relação do edifício com a paisagem e não a construção em si.

As geometrias diferenciadoras do século XXI

Dentro da geometria existem subcategorias que a classificam.

Estranhamento -

da totalidade da obra, são usadas formas orgânicas e curvas, a geometria é utilizada através de formas estranhas.




(athens olympic complex by santiago calatrava)



- de uma parte da obra, formas orgânicas apenas usadas em parte da obra








(Barajas airport, Madrid2. By Richard Rogers)




do seu ornamento
, ornamentos estranhos, relação com algas, formas naturais geometrizadas







(Casa Batlo by Gaudí)


Abstracção –

Aplicando uma lei geométrica própria do edifício, regra geométrica aplicada ao edifício, interior e exteriormente







(pixelpark house cologne)


Coexistindo varias leis num mesmo edifício relacionadas por:

Sobreposição – varias leis geométricas sobrepostas (ortogonal, vertical, etc)





(Kubuswoning (Cubic Houses))



Volta rotação










(Royal Opera House Walkway)





Enviazamento –










(Daniel Libeskind - Jewish Museum, Berlin)





Translação –





(south street tower)







Varias leis independentes no mesmo edifício –







(Solar Pavilion by Situ Studio)



Fragmentação-


Utilização da geometria de forma parcial



(Casa Baldi, Roma, Paolo Portoghesi)




Eliminação de fragmentos da forma resultante









(“Wall House 2”, Hedjuk)




Fragmentação complexa da forma




(Opera de sydney)




Desaparecimento total da lei geométrica




(Serpentine Gallery, Zaha Hadid)





Objectivos da geometria

A geometria contribui para o prazer visual da observação: imagem –venustas



É com Le Corbusier que a Geometria, já usada na arquitectura do passado, começa a ganhar uma nova vida. Este utiliza como o elemento fundamental o quadrado e a cruz, são estes os dois fundamentos geométricos para Corbusier. No artigo intitulado “Lições de Roma” diz que não percebe, o porque de a matemática não ser usada na arquitectura.

No livro “Os traçados reguladores” le Corbusier diz que a obrigação dos traçados reguladores de uma cidade é a garantia contra o arbítrio e proporciona a satisfação do espírito. Os traçados reguladores é uma solução, não uma receita para ser seguida a risca.

A geometria ajuda a colocar as coisas no sítio correcto, é uma ferramenta de apoio para a arquitectura, ajuda a defini-la. Corbusier utiliza esta geometria na forma de proporções, aplicando a mesma nas fachadas e na planta, como se vê na Villa schwob.









The modulor foi um sistema de proporções elaborado e amplamente utilizado por Corbusier. O sistema surgiu como uma recusa ao sistema métrico decimal as unidades como pés e polegadas. Ao invés disso, Corbusier passou a se referenciar a medidas modulares baseadas nas proporções de um indivíduo imaginário (inicialmente com 1,75 m e mais tarde com 1,80 m de altura).O sistema foi mais tarde elaborado baseando-se na proporção áurea e na sequência de Fibonacci. A aplicação dessas proporções pode ser vista em diversos edifícios de Le Corbusier

A Geometria

A geometria está presente na arquitectura e nas outras artes, desde o passado ate os nossos dias, passando pela arquitectura egípcia, a grega, a romana e no renascimento.

A geometria levava a procura da beleza, da proporção e relação com as partes. A simetria era entendia como elemento central

A geometria é usada como relações proporcionais:

A forma Na arquitectura

A forma na arquitectura é concreta, nas outras artes os artistas podem modificar as formas, o mesmo não acontece com a arquitectura, tudo é definido por formas simples, puras e com medidas, a geometria. Com essas formas podemos expressar vários conceitos. Com formas horizontais a sensação de descanso, base; formas verticais a grandeza; linhas rectas racionalidade; linhas curvam, o orgânico, o movimento, a fluidez; o cubo a estabilidade e rigidez; circulo equilíbrio; esfera forma perfeita.

Horizontalidade

Verticalidade


Linha Recta

O Orgânico


O Cubo

O Circulo

A Esfera


A forma na arquitectura esta dependente de vários factores, o contexto (ideia), a função, composição e construção.

Contexto (ideia) – a ideia é aquilo que nos acompanha durante todo o processo do projecto. O contexto todos os agentes exteriores que podem modificar a nossa arquitectura, a historia, lugar, economia, tudo o que esta a volta.

A função - esta etapa é importante para a determinação da forma arquitectónica

A composição – dentro da composição temos os conceitos de escala, simetria, escala, grande e pequeno

Construção – através dela consegue a materialização da forma.

“ A forma em si não existe. Recusamos reconhecer problemas de forma, só problemas de construção. A forma não é o objectivo do nosso trabalho mas só o resultado” - Mies Van Der Rohe

O processo Arquitectónico

O processo arquitectónico passa por varias etapas, a ideia, a forma o projecto, e a materialização. Este é o desenvolvimento de um projecto em varias fases, o Porque? O que fazer? Como?

- há um problema, porquê e por que resolvê-lo?

-agarrar elementos que dêem resposta as ideias.

- forma = que?

-Projecto = como?


Com o problema surge a ideia para resolver os problemas compomos a ideia através de desenhos, pensamentos abstractos sem forma definidas







A formalização passa por dar forma concreta a ideia antes definida












O processo de projecto consiste em traduzir as formas e ideias para a representação







O processo de materialização passa por dar vida a todas as outras etapas do processo arquitectónico, esta é a finalidade prévia do processo, é a solução ao problema que dá origem a ideia. É com a materialização que a arquitectura pode ser tocada e sentida

















Um objecto arquitectónico depois de construído dever ser vivido

Estrutura, Função, Beleza e Lugar

O tetraedro Arquitectónico




A ideia na Arquitectura

A ideia é o ponto de partida.

É através da ideia que se dá origem a forma arquitectónica, a arquitectura tem origem na nossa mente e nela toma a sua forma, Loius kahu afirma que “… não é preciso que haja construção para que haja arquitectura”, é arquitectura a partir do momento em que a ideia toma forma na cabeça do arquitecto. Com a ideia damos resposta a problemas e a necessidades funcionais, esse problema prévio que a ideia resolve é transposto para a forma arquitectónica, e não é necessário que essa esteja construída para esses problemas serem resolvidos. Sem a ideia não há arquitectura.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

The New Baroque

Video realizado para a apresentação do portfolio da Cadeira de Desenho II
Fotos de Pedro Pinella
Agradecimento a, Luciana Garcia e Rita Afonso

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Seis Temas|Seis Fotografias

Fotografias feitas para a cadeira de Teoria de Arquitectura.
Estranhamento
Abstracção
aplicando uma lei geométrica própria

Abstracção
coexistindo varias leis
Abstracção
Varias leis independentes
Fragmentação

Desaparecimento de toda a lei geométrica



segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

The|Flamboyant|House

The Conceptual Design of the One-Family House

Projectar, criar uma habitação uni familiar baseada no tema anteriormente escolhido (Scissor Sisters)

Baseando-me nas palavras “exuberant”, “Frenetic” e “union”, criei uma forma com aspecto exterior exuberante, quem chame a atenção, com um interior simples/trivial, pois usualmente algo/alguém exuberante nunca mostra o seu verdadeiro interior, é apenas “show off

Pegando nas palavras, “exuberant” é usado na forma pela cor (rosa), “union” pelas “tiras” verticais que envolvem o volume e “frenetic” é usado nas molduras nas janelas de modo a criar diferentes saliências com diversos tamanhos e comprimentos.


terça-feira, 20 de novembro de 2007

Glitter Ball !

Mais um exercício de projecto..
Mais um universo para explorar..
Mais umas directas para fazer (lol)...
Este exercício consistia em criar um ideograma e transformar o mesmo e 3D. Para criar esse ideograma tínhamos que escolher um tema e explora-lo.

SCISSOR SISTERS este foi o tema que escolhi, banda criada em Nova York dentro do género pop/rock/disco, inspirada pelo “burlesque”, “Drag Queens” e “Glam Rock”. Dai extrai 5 palavras que melhor caracterizavam a banda “dream”, “union”, “flamboyant”, “extravagant” e “frenetic” destas saiu o ideograma final.

Para explicar essas palavras para alem do desenho, optei por fazê-lo com suporte a fotografia. Então 8:00 p.m. a um dia da entrega peguei na Luciana e na Iolanda e tirei umas fotos bem ao estilo “scissor sisters”, e Foi este o resultado final..